Produção 

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Conheça nossa equipe

Coordenação

Viviane Juguero - Idealizadora e Coordenadora Pedagógica

Brasil

Viviane Juguero é mestra e doutora em Artes Cênicas (UFRGS), com estágio doutoral na UW-Madison, nos Estados Unidos (PDSE/CAPES). Atualmente, é autora estudada no curso DRAMATURGIA NEGRA (Itaú Cultural). Como dramaturga e investigadora, criou textos e músicas para peças de teatro, filmes e livros, além de artigos, encenados ou publicados no Brasil e no exterior. Dentre as produções em desenvolvimento, em 2020, estão o telefilme EL JARDÍN DE LA CALLE OCHO (Brasil-Uruguai / ANCINE); o filme DE VOLTA AO JARDIM DA RUA OITO (FAC / ANCINE), além das peças teatrais BAMBU BAMBÁ (dazvinzenz theatre,  Alemanha); CANTO DE CRAVO E ROSA (FAC); dentre outros trabalhos. Juguero integra o Centro Brasileiro, a Associação Internacional e a Rede de Pesquisadores de Teatro para a Infância e Juventude (CBTIJ / ASSITEJ / ITYARN).

http://lattes.cnpq.br/6214644753327576 

https://orcid.org/0000-0002-1048-4913

http://www.bandodebrincantes.com.br/?pg=11231

Daniela Israel - Coordenadora Técnica e de Produção

Brasil

 

Daniela Israel é Mestra e Doutoranda em Processos e Manifestações Culturais. Graduada em Realização Audiovisual, é pesquisadora CAPES-CNPq e estuda as relações entre a indústria audiovisual e o imaginário. Foi palestrante no TEDx UFRGS (2016) e recebeu o prêmio Laureate Recognition Program - LATAM (2017). No audiovisual, é diretora do documentário "Moda Orgânica" (75"), e dos longa-metragens em animação "O jardim da rua 8" (52") e  "De volta ao jardim da rua 8" (80"). É sócia da Bactéria Filmes e uma das criadoras da série de animação adulta "Família Parafina" (26x26").

 

www.bacteriafilmes.com

www.instagram.com/bacteriafilmes/

http://lattes.cnpq.br/8566564948266081

Cleiton Echeveste - Coordenador de Tradução Solidária e Membro do Conselho Consultivo

Brasil

 

Graduado em Artes Cênicas (UFRGS), desde 1987 dedica-se ao teatro, como ator, dramaturgo, diretor e produtor. Em 2002, radicou-se no Rio de Janeiro, onde criou a Pandorga Cia. de Teatro, cujo repertório é dedicado à infância e juventude. Ganhador de prêmios nacionais de dramaturgia: no 40º Festival Nacional de Teatro de Ponta Grossa/PR, por “Cabeça de Vento”, e no 10º Prêmio Zilka Sallaberry de Teatro Infantil, por “Juvenal, Pita e o Velocípede”, ambos publicados pela Giostri Ed. (SP). Em 2019, “Cabeza de Viento” foi publicado em espanhol, pelo Editorial Norma, em Lima, Peru, onde realiza projetos artísticos na Casa da Literatura Peruana e no Centro Cultural Brasil-Peru. Desde 2007 integra a Associação Internacional e o Centro Brasileiro de Teatro para a Infância e Juventude (CBTIJ/ASSITEJ), do qual é presidente do Conselho de Administração.

 

linkedin.com/in/cleiton-echeveste-51a1b465

https://pandorgaciadeteatro.wordpress.com/

https://cbtij.org.br/

Éder Rosa - Produção Institucional

Brasil

Éder Rosa é artista do Bando de Brincantes, onde trabalha como ator, acrobata, oficineiro, criador de materiais cenográficos e produtor executivo. Trabalhou na produção de quase todos os trabalhos artísticos que realizou, direta e indiretamente, sendo o responsável legal de projetos como “Jogos de inventar, cantar e dançar”, “Akin: uma viagem sobre diásporas e infâncias” e “Literatura Brincante”, além de cursos, palestras e oficinas. 

Éder é integrante do Centro Brasileiro de Teatro para a Infância e Juventude e do Grupo Caixa Preta de Teatro Negro. Como oficineiro, no Bando de Brincantes, ministrou oficinas de acrobacias e brincadeiras populares, em realizações do SESC, Secretarias da Cultura e Ministério da Cultura, junto com Viviane Juguero, com quem também realizou participações especiais nas disciplinas ministradas por essa artista no Curso de Pós-Graduação em Pedagogia da Arte da FACOS, em 2014 e no Curso de Formação de Professores “O Lúdico na Educação Ambiental” da UFRGS, em 2015. Éder Rosa realizou workshop de acrobacias na disciplina “Laboratório Experimental de Teatro IV”, ministrada pela professora Adriana Jorgge, no Departamento de Arte Dramática da UFRGS, no segundo semestre de 2017. O artista também realizou oficinas na Usina do Gasômetro e na Casa de Cultura Mario Quintana, em diversas ocasiões, dentre outras instituições. Éder atuou como acrobata, ator e oficineiro, durante três anos, na equipe do Circo Girassol, onde foi professor da Oficina Livre de Técnicas Circenses para Crianças, de 2009 a 2011. Nos Estados Unidos, em 2018 e 2019, atuou como performer, no Overture Center for the Arts, no Madison Children’s Museum e na University of Wisconsin-Madison, na cidade de Madison, em atividades relacionadas às investigações de Doutorado de Viviane Juguero.

Lity Tavares - Assistente de Produção

Brasil

Estudante de Produção Audiovisual pela Universidade Feevale, cursando o 4° semestre e estagiando na produtora Bactéria Filmes. Atuante no meio há pouco tempo, precisou anteriormente trabalhar em outras áreas, como aeroportuária e hospitalar, mas sempre almejou esta carreira, e agora pode se realizar através da graduação e das oportunidades de participar de projetos profissionais voltados para a produção executiva, sets de filmagem e roteiros.

Gianluca Cozza - Assistente de Produção

Brasil

É diretor, roteirista e diretor de fotografia atuante há 4 anos na área. Já realizou trabalhos profissionais em diversas produtoras, destacando Panda Filmes, Vertentes Filmes e Saturno Filmes. Atualmente está envolvido na direção de fotografia de quatro projetos de curta-metragem e um seriado televisivo. Há três anos, Gianluca coordena o curso de cinema OfCine e a Mostra de Cinema Latino-americano de Rio Grande. Consta em seu currículo, a direção de fotografia de cinco filmes, em destaque Um Lugar ao Sul (2018), na qual também dirigiu e roteirizou, que foi selecionado para mais de 30 festivais e premiado no 51° Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Também realizou a direção de fotografia para o documentário Flamingos (2019) produzido pelo Canal Futura e Construção (2020) ganhador da Mostra Gaúcha de Gramado. Atualmente finaliza um longa-metragem documental que dirigiu e roteirizou.

Ana Luísa Moura - Comunicação

Brasil

Formada em Produção Audiovisual pela PUCRS e acadêmica de Relações Públicas na UFRGS. Busca, através da união desses conhecimentos, exercer de forma criativa a produção de projetos culturais e audiovisuais. No audiovisual, roteirizou e dirigiu os curtas de ficção "Ínsula" (UFRGS, 2017) e “Vista para dias nublados” (PUCRS, 2019). Ainda na PUCRS, foi Bolsista de Iniciação Científica no TECNA - Centro Tecnológico Audiovisual, realizou Produção Executiva no projeto transmídia “Enquanto estiver”, seu trabalho de conclusão de curso, e no média-metragem “Tudo em que acreditava antes de entrar no mar”, ambos com financiamento coletivo bem sucedidos na plataforma Catarse. Também realizou Assistência de Produção Executiva no curta-metragem “Mocinho e Bandido” (Primeiro Corte Produções, 2018), Direção de Produção no curta documentário “Pedale Como Uma Guria” (Bactéria Filmes, 2018) e assistência de direção no curta-metragem de ficção “Veraneio” (Primeiro Corte Produções, 2019), entre outras produções independentes e também publicitárias, em sua maioria nas funções ligadas à produção. Sua experiência com eventos culturais contempla a produção teatral e de eventos cinematográficos ao ar livre, como o Cine Escadaria III, Cine Travessa e Cine Fluxo, idealizados pela Lora. Atualmente participa de projetos culturais e audiovisuais independentes no núcleo da produção e estagia na Bactéria Filmes.

analuisamoura.com

Victoria Ketzer - Edição e Finalização

Brasil

Formada em Publicidade e Propaganda pela Uniritter, é coordenadora de pós-produção, assistente de efeitos visuais e fotógrafa still. Iniciou fotografando eventos e ensaios em 2013. Com crescente interesse em audiovisual, em 2016 entrou na Forno FX Pós-Produção Cinematográfica, trabalhando como assistente de pós-produção nos longas “Raia 4” e “Rebojo”, nos curtas “Sonata”, “Quero Ir Para Los Angeles” e “Fragmentos ao Vento”. Assim como nas séries “Vida Fluxo”, “Oráculo das Borboletas”, “G.I.B.I.S.“, e como assistente de gerenciamento e coordenação de pós na série “O Complexo” e produção de animatic na série de animação infantil “Jogos de Inventar”. Em 2018, foi assistente de direção, montadora, colorista e animadora do curta independente “Pedale Como Uma Guria”. Mais recentemente, foi assistente de pós-produção e legendou “Contos do Amanhã“, que estreou na Mostra Competitiva de Longas do 48 Festival de Cinema de Gramado.

Pedro de Lima Marques - Finalização

Brasil

Pedro de Lima Marques é formado em ​design gráfico (Fadergs) e pós-graduando em cinema e linguagem audiovisual (Estácio).Cineasta e artista de efeitos visuais, é sócio da Bactéria Filmes, produtora de conteúdo audiovisual original e da Forno FX Pós-Produção Cinematográfica, estúdio de efeitos visuais e motion design. Membro da Academia Brasileira de Cinema desde 2017, com mais de 16 anos de atuação na indústria audiovisual, já assinou inúmeros projetos para a TV, como programas semanais, filmes publicitários e séries.

Celso Junior - Tradutor

Brasil

Celso Jr. é professor, ator e diretor teatral. Nascido em Bagé (RS), mudou-se ainda criança, para Salvador com a família, onde obteve sua formação cultural, artística e acadêmica. Como ator, estreou na Cia. Baiana de Patifaria, com o espetáculo "Abafabanca", (1987) e teve atuações elogiadasnas peças "Otelo", de Shakespeare (1995), "Esperando Godot", de Samuel Beckett (2014) e "Por que Hécuba", de Matei Visniec (2018). Dirigiu as peças "Quem matou Maria Helena?" (1994), "Caso sério", (2009), "A persistência das últimas coisas" (2017) e "A última virgem" (2018). Foi professor do curso superior de Teatro (FSBA), e também do Departamento de TEATRO (UFS). Atualmente, é professor do CECULT (UFRB), em Santo Amaro, onde coordena o curso Tecnológico em Artes do Espetáculo. Traduziu para o português textos teatrais em inglês e espanhol, para montagens cênicas. E trabalhou como intérprete/tradutor das oficinas do Odin Teatret (1996), do programa Internacional do Royal Court Theatre (2002 e 2006) e das oficinas de Pamela Howard, para o Teatro Castro Alves (2007).

Paula Cabrera - Tradutora

Brasil

Possui graduação em Direito pela Universidade Federal de Santa Maria (1996). Experiência na área de Estudos Literários, linha de pesquisa em Literatura, Cultura e Interdisciplinariedade, com ênfase em Literaturas Clássicas. Atualmente é doutoranda do Programa de Pós Graduação em Letras (PPGL)- UFSM. Pesquisa os seguintes temas: Tradução Literária e Literatura Espanhola, com especial ênfase na produção de Luisa Carnés (Madrid, 1905- México D.F, 1964). Participa do grupo de pesquisa Traducere, dedicado à pesquisa teórico-prática na área de tradução literária. Também participa dos grupos de pesquisa Literatura e Autoritarismo (UFSM), Literatura de Herança com a prof. Luciana Ferrari Montemezzo. Participa do projeto Da tradução literária: análises interpretativas e recriação coordenado por Lawrence Flores Pereira (UFSM), projeto que tem como objetivo principal o estudo da tradução nos seus diversos problemas específicos e teóricos, aplicados especialmente no contexto da poesia dramática e da poesia lírica e dá continuidade a projetos que unificaram, ao longo dos últimos anos, o trabalho acadêmico e o trabalho artístico, buscando a formação de um centro de excelência em tradução.

Phelipe Cerdeira - Tradutor

Brasil

É Professor Adjunto da UERJ, Instituto de Letras, setor de Língua Espanhola. Doutor em Letras – Estudos Literários pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), com período sanduíche na Universidad Nacional de Córdoba (UNC-Argentina). Mestre e Licenciado em Letras – Espanhol também pela UFPR. Vencedora da menção honrosa do Prêmio Abralic Dirce Côrtes Riedel 2019, sua tese de doutorado aponta uma proposta epistemológica distinta para pensar os estudos da ficção histórica argentina a partir da descentralização do campo intelectual no país. Em 2016, sua dissertação de mestrado recebeu o prêmio ANPOLL de Teses e Dissertações. Realiza estágio de pós-doutorado em Literatura Comparada na UNIOESTE.

Conselho Consultivo

Julio Moracen Naranjo

Cuba-Brasil 

 

Julio Moracen Naranjo possui graduação em Licenciatura em Artes Cênicas pelo Instituto Superior de Arte (1996), doutorado em PROLAM-USP, Universidade de São Paulo (2004) e pós-doutorado na Université de Perpignan Via Domitia (2014-2015), fez especialização em Antropologia na Universidade da Havana e Etnologia e Etnoantropologia na Universitá Degli Studi Sapienza, Roma. Atualmente é professor de Patrimônio Cultural Imaterial na Universidade Federal de São Paulo, UNIFESP - Campus Guarulhos (SP) e investigador associado do Centro de Teatro y Danza de la Habana. Tem experiência na área de Antropologia e Teatro, com ênfase em Patrimonio Cultural Imaterial, atuando principalmente nos seguintes temas: teatro negro, História do teatro em Afro-américa e Caribe, performance negra, antropologia do teatro e patrimônio cultural imaterial.

 

http://lattes.cnpq.br/3542892942316705

Kathy A. Perkins

EUA

 

Kathy A. Perkins é iluminadora e pesquisadora de Teatro Africano e da Diáspora Africana. Ela é editora das antologias "Black Female Playwrights: An Anthology of Plays before 1950 [Dramaturgas negras: uma antologia de peças de teatro antes de 1950]"; "Mulheres negras sul-africanas: uma antologia de peças [Black South African Women: An Anthology of Plays]"; "African Women Playwrights [Dramaturgas africanas]"; e "Alice Childress: Selected Plays;” co-editor "Contemporary Plays by Women of Color [Alice Childress: peças selecionadas]"; co-editora de "Contemporary Plays by Women of Color [Peças Contemporâneas de Mulheres de Cor]" e "Strange Fruit: Plays on Lynching by American Women [Fruta Estranha: Peças de Mulheres Americanas sobre Linchamento]". Ela foi editora sênior do livro "The Routledge Companion to African American Theatre and Performance [The Routledge Companion para o Teatro e a Performance Afro-Americanos]". Recebeu vários prêmios como iluminadora e pesquisadora. Seu trabalho a levou a mais de 40 países. Kathy é professora Emérita da Universidade de Illinois e da Universidade da Carolina do Norte.

 

https://theatre.illinois.edu/portfolio/kathy-a-perkins/

Dione Carlos

Brasil

 

Dione Carlos é dramaturga formada pela SP Escola de Teatro. Cursou Jornalismo na Universidade Metodista de São Paulo. Atua como dramaturga em parceria com cias de teatro. É orientadora artística do Núcleo de Dramaturgia da Escola Livre de Santo André e dramaturga convidada do projeto espetáculo da Fábrica de Cultura da Brasilândia. Possui quinze textos encenados. Foi convidada pela Embaixada do Brasil na Grécia para representar o Brasil no Dia Internacional da Língua Portuguesa, tendo palestrado no Museu da Ácropole em Atenas, em maio de 2019. Lançou seu primeiro livro em 2017: Dramaturgias do Front, com três peças. Em 2019, integrou a publicação Dramaturgia Negra, com o texto Ialodês, escrito para a Cia Capulanas de Arte Negra.

 

https://www.linkedin.com/in/dione-carlos-67850a114/

Eugênio Lima

Brasil

 

Dj, Ator-Mc, Pesquisador da cultura diaspórica, Membro Fundador do Núcleo Bartolomeu de Depoimentos, e da Frente 3 de Fevereiro, além de Diretor do Coletivo Legítima Defesa. Ganhador do prêmio Coca Cola/FEMSA 2004 de melhor música; e do prêmio Shell de teatro de melhor Música 2006; e do prêmio Governador do Estado 2014. Como curador, tem ampla atuação em diversas áreas, com destaque para: “Legítima Defesa - Poéticas-Políticas à Procura de um Pouso - Elaboração poética, portanto política, da imagem da “negritude” (São Paulo, 2017); Ciclo de Debates Internacional “Discursos Sobre o não dito” (MITsp-Mostra Internacional de São Paulo, 2017; 2016);  Eixo Reflexivo da Ocupação Abdias Nascimento-Cartografia e Conferências Performáticas (São Paulo, 2016);“Festival Cidade Sonora” (FUNARTE /SP, 2012). 

Barbara Kastner
Alemanha

 

Barbara Kastner é dramaturgista, administradora e produtora de teatro. É Mestra em Ciência de Teatro, TV e Cinema, pela Freie Universität de Berlim e em Ciência da Comunicação, pela Technische Universität, também em Berlim, na Alemanha. No Brasil, estudou um semestre de Artes Cênicas e História Brasileira, na UNICAMP, além de ter trabalhado com o Centro de Teatro do Oprimido,  no Rio de Janeiro, em 2001. Trabalhou em diversos teatros na Alemanha e no exterior. Integrou o Departamento de Artes Cênicas da Universidade de Hildesheim e da Universidade Humboldt, em Berlim. É dramaturgista e administradora do Dasvinzenz Theatre, em Munique.

 

http://www.xx-tanztheater.eu/11.html 

http://www.bibiana-jimenez.de/10.html

https://theaterblauemaus.de/

Richard Serraria

Brasil

 

Richard Serraria é autor do conceito de tamboralitura. É um poeta e cancionista brasileiro. Pesquisador da cultura negra do cone sul da América Meridional, trabalha com o tambor Sopapo há 25 anos. Doutor em Literatura Brasileira pela UFRGS, atua com as bandas Bataclã FC e Alabê Oni, além de espetáculos solos fundamentados em intervocalidades, performances corporais e griotismo. Possui oito discos lançados e dois DVDs. Atuou em Cuba, Espanha, Argentina, Uruguai e cento e vinte cidades de todos estados do Brasil por meio do Projeto Sonora Brasil do Sesc, em 2013/14.

 

http://lattes.cnpq.br/5919496443508168

Elisa Lucas

Brasil

 

Elisa Lucas é atriz, pesquisadora, dramaturga, oficineira teatral e diretora. Doutora e Mestra em Ciências do Espetáculo (Universidade de Sevilha). Bacharel em Artes Cênicas (UFRGS). A partir da pesquisa O processo de criação dramatúrgica atorial, desenvolveu e encenou os textos Confesso que Capitu (2004), Histórias de uma Mala Só (2009 - Prêmio Tibicuera Melhor Atriz), Encantos de Natal (2012) e A Dama dos Evangelhos (2014, desenvolvido com ajuda de Iberescena). Fundadora do Grupo Capitu, diretora de Artes Cênicas e pesquisadora no Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, onde desenvolve a pesquisa Práticas corporais e vocais para potencializar a presença cênica a partir do Processo de criação dramatúrgica atorial. Integra o Coletivo As Dramaturga (RS) e o grupo Dramaturgias Contemporâneas: Percursos entre Adaptação, Gênero, História e Imaginário, da FURG.

 

http://lattes.cnpq.br/1061512991864939

https://orcid.org/0000-0003-2569-4873

www.linkedin.com/in/elisalucasteatro

https://elisalucasteatroblog.wordpress.com/

Rui Pina Coelho

Portugal

 

Rui Pina Coelho (Évora, 1975) é Professor Auxiliar na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Doutorado em Estudos Artísticos – especialidade em Estudos de Teatro pela FLUL, é Director do Centro de Estudos de Teatro da FLUL e da Sinais de Cena – Revista de estudos de teatro e artes performativas. Publicou Este título não que é muito longo: textos para teatro (2011-2018) (Companhia das Ilhas, 2020); António Pedro (Colecção Biografias do Teatro Português, CET/ TNDMII/ IN-CM, 2017); A hora do crime: A violência na dramaturgia britânica do pós-Segunda Guerra Mundial (1951-1967) (Peter Lang, 2016); Casa da Comédia (1946-1975): Um palco para uma ideia de teatro (INCM, 2009); Inesgotável Koltès: Dois ensaios sobre Na solidão dos campos de algodão de Bernard-Marie Koltès (ESTC, 2009); Às vezes quase me acontecem coisas boas quando me ponho a falar sozinho (Companhia das Ilhas, 2013) e Já passaram quantos anos perguntou ele e outros textos (Húmus/TEP, 2013), entre outros títulos. Coordena o volume Teatro Contemporâneo Português: Experimentalismo, Política e Utopia [título provisório] (TNDMII/Bicho do Mato, 2017). Coordena o Laboratório de Escrita para Teatro, do Teatro Nacional D. Maria II, de 2015 a 2019.  Desde 2010, colabora regularmente com o TEP – Teatro Experimental do Porto, enquanto dramaturgo e dramaturgista.


https://www.uc.pt/org/centrodramaturgia/3/abc/ruipinacoelho

Micheli Afonso 

Espanha - Brasil 

 

Micheli Afonso é fotógrafa e conservadora-restauradora. Doutoranda em Memória Social e Patrimônio Cultural/UFPel/BRASIL e en Arte y patrimonio/US/ESP. Participou do Programa de Doutorado Sanduíche no Exterior (CAPES), na Universidade de Sevilla/Espanha; Professora substituta do curso de Conservação e Restauração de Bens Culturais da Universidade Federal de Pelotas/RS, entre 2015 e 2017. Mestre em Memória Social e Patrimônio Cultural. Bacharel em Conservação e Restauração de Bens Culturais/UFPel. Licenciada em Artes Visuais pela Universidade Federal de Pelotas - UFPel. Concluiu seu estágio curricular do curso de Conservação e Restauro no Museu Nacional de Soares dos Reis - Porto/Portugal. Estudou dois semestres na Universidade Católica Portuguesa - Porto, no Curso de Licenciatura em Conservação e Restauro. Consultora Ibermuseus.

 

http://lattes.cnpq.br/5206519790395106

Paulo Merisio 

Brasil

 

Doutor em Teatro pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro/ UNIRIO (2005); professor associado do Curso de Teatro e dos Programas de Pós-Graduação em Artes Cênicas e em Ensino de Artes Cênicas da UNIRIO. Formado ator pela Escola de Teatro Martins Penna (1993). Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq - PQ 2. Coordena o Grupo de Estudos e Pesquisa em Processos de Criação no Teatro para a Infância e Juventude (CNPq). Realizou pesquisa de pós-doutorado na Université de Paris Ouest/ Nanterre, com Bolsa Capes (2014). Dirige, desde 2002, o grupo uberlandense Trupe de Truões, que já obteve vários prêmios em festivais nacionais e participou em 2013 do Circuito SESC/ Palco Giratório. Membro do Conselho Administrativo do Centro Brasileiro de Teatro para a Infância e Juventude – CBTIJ, desde 2010 e do Comitê Executivo da International Theatre for Young Audiences Research Network – ITYARN, desde 2018.

 

http://lattes.cnpq.br/5340031923358121

Licko Turle

Brasil

 

Licko Turle é ator, diretor, professor e pesquisador de Teatro. Foi professor visitante no Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas (PPGAC) da Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia - UFBA (2017-2018-2019). Atuou como professor residente,no PPGAC da Escola de Teatro da Universidade Federal do Rio de Janeiro (2011-2016). Criou, em 1986, com Augusto Boal, o Centro de Teatro do Oprimido do Rio de Janeiro; e, com Amir Haddad, em 1999, o Instituto “Tá Na Rua” para as Artes, Educação e Cidadania. Foi coordenador do Fórum Negro de Artes Cênicas da UFBA (2018-2019) e co-dirigiu o espetáculo “Pele Negra, Máscaras Brancas” da Companhia de Teatro da UFBA. É membro da Associação Brasileira de Pesquisa e Pós-graduação em Artes Cênicas, da Rede Brasileira de Teatro de Rua e do Grupo de Estudos em Teatro do Oprimido.

 

http://lattes.cnpq.br/6181670089929835

Parcerias 

O projeto ARTE COMO CIÊNCIA conta com significativas parcerias que contribuem para a divulgação e aprimoramento do trabalho:

  • Grupo de Trabalho  “O Afro nas Artes Cênicas: performances afro diaspóricas  em uma perspectiva de decolonização” da Associação Brasileira de Artes Cênicas (ABRACE) 

  • CBTIJ: Centro Brasileiro de Teatro para a Infância e Juventude 

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Arte como Ciência é um projeto sem fins lucrativos. Curta, compartilhe e aproveite. 
© 2020 por Viviane Juguero e Daniela Israel.