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Arte como Ciência: Raízes é uma programação do Arte como Ciência que tem a proposta de reverenciar e refletir sobre a trajetória profissional de importantes nomes da cultura do Rio Grande do Sul. Serão 05 encontros com o lançamento de um web documentário sobre o trabalho de cada artista, acompanhado de uma mesa redonda virtual que debaterá o tema central da trajetória apresentada.

Acompanhe a programação:

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Eugênio Lima

Debatedor

Dj, Ator-Mc, Pesquisador da cultura diaspórica, Membro Fundador do Núcleo Bartolomeu de Depoimentos, e da Frente 3 de Fevereiro, além de Diretor do Coletivo Legítima Defesa. Ganhador do prêmio Coca Cola/FEMSA 2004 de melhor música; e do prêmio Shell de teatro de melhor Música 2006; e do prêmio Governador do Estado 2014. Como curador, tem ampla atuação em diversas áreas, com destaque para: “Legítima Defesa - Poéticas-Políticas à Procura de um Pouso - Elaboração poética, portanto política, da imagem da “negritude” (São Paulo, 2017); Ciclo de Debates Internacional “Discursos Sobre o não dito” (MITsp-Mostra Internacional de São Paulo, 2017; 2016); Eixo Reflexivo da Ocupação Abdias Nascimento-Cartografia e Conferências Performáticas (São Paulo, 2016);“Festival Cidade Sonora” (FUNARTE /SP, 2012).

Mestre Pernambuco

Waldemar Moura Lima, o Mestre Pernambuco, é um dos coordenadores do Movimento Quilombista Contemporâneo, inspirado na ideia implantada por Abdias do Nascimento de quilombismo, na qual o trabalho colaborativo e consciente resulta na conquista de espaços de poder pela negritude, com base em uma governança afrocentrada. Ele é uma importante referência da cultura popular no Rio Grande do Sul. Ele se destaca como compositor, cantor, ator e diretor de teatro. Carnavalesco, é fundador e coordenador do carnaval da Rua do Perdão e da Banda DK. É idealizador e diretor artístico do Grupo Temático Pedagógico Ponto Z (Z de Zumbi), criado com o objetivo de proporcionar uma releitura da história do Brasil, como em seu espetáculo educativo “Contando a verdade, cantando a história”, de autoria do mestre.

Júlia Onisajé 
Debatedora

Onisajé é diretora teatral graduada no curso de Direção Teatral da Escola de Teatro da Universidade Federal da Bahia - UFBA, yakekerê (mãe pequena) do Ilê Axé Oyá L´adê Inan na cidade de Alagoinhas BA. Dramaturga, pesquisadora, mestre e doutoranda em artes cênicas pelo Programa de Pós-graduação em Artes Cênicas PPGAC-UFBA. Preparadora e formadora de atores. Dirigiu os espetáculos Siré Obá - A Festa do Rei, Exu - A Boca do Universo, Traga-me a cabeça de Lima Barreto e Pele Negra, máscaras brancas.

Vera Lopes
Vera Lopes é atriz gaúcha, com atuação em teatro, cinema, recital poético-musicais, comerciais etc., com experiência de mais 30 anos. Vive em Salvador/BA e tem como foco atuar com expressões artísticas baseadas na cultura negra. No cinema gaúcho, teve sua estreia no premiado curta O Dia em que Dorival encarou a Guarda, em 1986, dirigido por Jorge Furtado e José Pedro Goulart. Participou nos longas, igualmente premiados, Neto Perde sua Alma, de Beto Souza e Tabajara Ruas/1998, e Neto e o Domador de Cavalos, de Tabajara Ruas/2005. Foi protagonista no curta Antes que Chova, direção de Daniel Marvel/2009, e participou ainda de Tolerância, de Carlos Gerbase/2000; Da Colônia Africana a Cidade Negra, de Paulo Ricardo de Moraes; Brasil um Eterno Quilombo, de Julio Ferreira/2006. No teatro, atuou nos espetáculos Hamlet Sincrético e Transegun, do Grupo Caixa-Preta, ambos dirigidos por Jessé Oliveira, entre outros.

Tatiana Henrique 
Debatedora

Tatiana Henrique é Mãe e Artista da Presença. Pesquisadora de tradições orais e contação de histórias. Doutoranda em Artes - UERJ. Professora nos cursos de Pedagogia e Teatro da Faculdade Cesgranrio, RJ. 1,65m e Cabeluda.

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Julio Moracen Naranjo

Debatedor

Julio Moracen Naranjo possui graduação em Licenciatura em Artes Cênicas pelo Instituto Superior de Arte (1996), doutorado em PROLAM-USP, Universidade de São Paulo (2004) e pós-doutorado na Université de Perpignan Via Domitia (2014-2015), fez especialização em Antropologia na Universidade da Havana e Etnologia e Etnoantropologia na Universitá Degli Studi Sapienza, Roma. Atualmente é professor de Patrimônio Cultural Imaterial na Universidade Federal de São Paulo, UNIFESP - Campus Guarulhos (SP) e investigador associado do Centro de Teatro y Danza de la Habana. Tem experiência na área de Antropologia e Teatro, com ênfase em Patrimonio Cultural Imaterial, atuando principalmente nos seguintes temas: teatro negro, História do teatro em Afro-américa e Caribe, performance negra, antropologia do teatro e patrimônio cultural imaterial.

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Seli Maurício

Artista plástica e bonequeira, nascida em Morro Redondo, vive em Pelotas há mais de cinquenta anos. Uma de suas maiores e mais reconhecidas obras é a Via Sacra da Igreja da Luz, feita em 1977, na técnica entalhe em madeira. Pioneira no teatro de bonecos profissional em Pelotas. Fundadora do grupo Trio Pilha de teatro de bonecos, o primeiro a participar do Festival Internacional de Teatro de Bonecos de Canela. Em 1991, criou o espaço Praça da Paz, que conta com o trabalho paisagístico da artista na praia do Laranjal e recentemente deu luz a uma nova série de desenhos, com o tema Mulheres Guerreiras / Luzes da África. Atua entre o erudito e o popular e entre o sagrado e o profano. Muitas vezes é incompreendida por onde circula.

Elisa Lucas

Debatedora


Elisa Lucas é atriz, pesquisadora, dramaturga, oficineira teatral e diretora. Doutora e Mestra em Ciências do Espetáculo (Universidade de Sevilha). Bacharel em Artes Cênicas (UFRGS). A partir da pesquisa O processo de criação dramatúrgica atorial, desenvolveu e encenou os textos Confesso que Capitu (2004), Histórias de uma Mala Só (2009 - Prêmio Tibicuera Melhor Atriz), Encantos de Natal (2012) e A Dama dos Evangelhos (2014, desenvolvido com ajuda de Iberescena). Fundadora do Grupo Capitu, diretora de Artes Cênicas e pesquisadora no Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, onde desenvolve a pesquisa Práticas corporais e vocais para potencializar a presença cênica a partir do Processo de criação dramatúrgica atorial. Integra o Coletivo As Dramaturga (RS) e o grupo Dramaturgias Contemporâneas: Percursos entre Adaptação, Gênero, História e Imaginário, da FURG.

Luvel Garcia Leyva
Debatedor

Luvel Garcia Leyva é pedagogo, crítico e pesquisador teatral de origem cubano. Pós-doutorando da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo. Doutor em Ciências sobre Arte (história, teoria e crítica do teatro) pela Universidade das Artes (ISA), Cuba. Doutor em Artes - Área Pedagogia do Teatro- pela Universidade de São Paulo. Foi especialista de Teatro Infantil no Teatro Nacional de Cuba. Foi Membro do Comitê Executivo Mundial da Associação Internacional de Teatro/Drama e Educação. Têm publicado diversos livros e artigos sobre as relações entre infância e cena. Como crítico e pesquisador teatral vem atuando principalmente em torno dos seguintes temas: infância e cena contemporânea, ação cultural, processos artísticos com crianças em contextos vulneráveis da América Latina, subjetividade infantil.

Zé da Terreira

José Carlos Peixoto, Zézão ou Zé da Terreira, nasceu em Rio Grande, em 1945. É cantor, ator e personalidade do meio cultural de Porto Alegre. Em 1969, estudou no Departamento de Arte Dramática da Ufrgs. Foi para o Rio de Janeiro em 1970, conviveu com o grupo Tá na Rua. Participou como cantor no Festival Universitário de Música Brasileira. Em 1984, de volta a Porto Alegre, trabalhou no Ói Nóis Aqui Traveiz e no grupo teatral Oficina Perna de Pau.

Richard Serraria

Debatedor

Richard Serraria é autor do conceito de tamboralitura. É um poeta e cancionista brasileiro. Pesquisador da cultura negra do cone sul da América Meridional, trabalha com o tambor Sopapo há 25 anos. Doutor em Literatura Brasileira pela UFRGS, atua com as bandas Bataclã FC e Alabê Oni, além de espetáculos solos fundamentados em intervocalidades, performances corporais e griotismo. Possui oito discos lançados e dois DVDs. Atuou em Cuba, Espanha, Argentina, Uruguai e cento e vinte cidades de todos estados do Brasil por meio do Projeto Sonora Brasil do Sesc, em 2013/14.


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Amir Haddad
Debatedor

Amir Haddad é diretor e professor de teatro, diversas vezes premiado. Seu trabalho, nacional e internacionalmente reconhecido, tem como objetivo recuperar o sentido de festa do Teatro e a dramaticidade das festas populares, ressaltando os aspectos de pesquisa e de educação que norteiam suas buscas pela transformação do teatro, comprovados pela constância e persistência com que desenvolve núcleos de trabalho – espaços de desenvolvimento de seus questionamentos sobre o ator como indivíduo, o espaço, a dramaturgia - e pela prática permanente enquanto educador. Considerado um dos maiores encenadores do Brasil, o criador do Grupo Tá na Rua, iniciado em 1980, leva a arte do teatro para o espaço aberto das ruas e praças, ressaltando a importância das comemorações populares na vida social e cultural das cidades. Amir Haddad recupera para o teatro o seu sentido de festa popular, dela resgatando sua dramaticidade. Reconhecido internacionalmente, desenvolve uma série de atividades didáticas nas artes cênicas como oficinas, seminários e cursos. É criador de um teatro preocupado em se comunicar e se tornar cada vez mais próximo de sua platéia. Dos palcos às salas abertas, das quadras às ruas e às praças, rompeu a Quarta parede para abrir um caminho em direção a um teatro vivo e transformador para quem o vive e o faz. Como resultado de suas pesquisas e investigações, nestas áreas do teatro, desenvolveu ferramentas eficientes para a construção de um ator que responda ao sentimento contemporâneo, ao mesmo tempo em que o instrumentaliza para uma leitura aguda e profunda da trajetória humana e da dramaturgia produzida pelo teatro em todos os tempos.

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Alexandra Dumas

Debatedora

Alexandra G. Dumas é do interior da Bahia, da cidade do Prado, professora, pesquisadora, mulher, negra, interessada nas pedagogias e poética negras teatrais, festejos e brincadeiras afro-brasileiras. Doutora em artes cênicas e docente da Escola de Teatro da UFBA.

Irene Santos

A fotógrafa e historiadora Irene Santos é autora do livro Negro em Preto e Branco: história fotográfica da população negra de Porto Alegre, e Colonos e Quilombolas: memória fotográfica das colônias africanas de Porto Alegre, Irene conta a história da população negra entre os anos de 1845 até final dos anos 1970. A historiadora argumenta que a proposta do trabalho é mostrar os diferentes olhares sobre os negros e como eram tratados naquela época. a fotógrafa e pesquisadora IRENE SANTOS tem realizado um trabalho de extrema relevância à preservação da memória da comunidade negra em Porto Alegre. Licenciada em História pela UFRGS, foi “atrás das lentes” que Irene se realizou profissionalmente. Como fotógrafa de artistas da cidade, tornou-se conhecida no meio artístico, o que a levou à realização de várias exposições individuais de fotografia em lugares prestigiados como o MARGS, a Galeria do Theatro São Pedro e a Casa de Cultura Mario Quintana. Em 2005, com financiamento do Fumproarte, concebeu o projeto do livro NEGRO EM PRETO E BRANCO – História Fotográfica da População Negra de Porto Alegre, o qual muito foi bem acolhido pela comunidade porto-alegrense, a ponto de receber o troféu Açorianos de Literatura Especial. Ainda com financiamento Fumproarte, publicou, em 2010, o livro COLONOS E QUILOMBOLAS e, em 2014, o site OUTROS CARNAVAIS, sobre o carnaval de rua de Porto Alegre

Dedy Ricardo

Debatedora

Dedy Ricardo é mulher, negra, mãe, filha, irmã, esposa, atriz e professora. Iniciou a carreira artística em 1994, por meio do Projeto de Descentralização da Cultura, que levava oficinas de artes para as periferias da cidade de Porto Alegre. Trabalhou como arte-educadora nos abrigos municipais Casa de Acolhimento, Casa de Passagem e Serviço de Acolhimento Noturno, em Porto Alegre. É licenciada em Teatro pela Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS) e Mestra e doutoranda em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Foi professora da rede pública municipal de São Leopoldo, onde desenvolveu o projeto Oficina de Teatro e Cultura Negra, no Núcleo de Educação das Relações Étnico-Raciais da Secretaria Municipal de Educação. Atualmente, trabalha como professora do Departamento de Expressão e Movimento do Colégio de Aplicação da UFRGS, na área de Teatro. É integrante do Coletivo Atinuké, que estuda o pensamento das mulheres negras. Atua, desde 2000, no grupo Usina do Trabalho do Ator, em Porto Alegre.

Mediação dos Encontros

Viviane Juguero

Mediadora

Viviane Juguero idealizou a proposta do Arte Como Ciência com base no conceito de “dramaturgia radical” que desenvolveu em seu doutorado, ao refletir sobre as raízes do papel social da arte, com base na Educação Radical, proposta por Paulo Freire. Atualmente, trabalha no Departamento de Arte e Educação da Universidade de Stavanger, na Noruega. É bacharel, especialista, mestra e doutora em artes cênicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, com estágio doutoral na Universidade de Wisconsin-Madison, EUA. É membro da Associação Internacional de Teatro para Crianças e Jovens (ASSITEJ), dentre outras redes artísticas e científicas nacionais e internacionais. É autora de livros, artigos e ensaios, peças teatrais, roteiros audiovisuais, músicas e projetos artístico-pedagógicos, para crianças e adultos, encenados e / ou publicados no Brasil e no exterior, em diversos idiomas.

Conheça a equipe do Arte como Ciência: Raízes

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Viviane Juguero

Idealização, Coordenação Pedagógica, Roteiro e Direção

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Éder Rosa

Produção Institucional

e Arte Conceitual

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Gianluca Cozza

Assistência de Produção

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Filipe Barros

Edição e Finalização

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Daniela Israel

Coordenação Técnica e Direção

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Freddy Paz

Direção de Produção

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Pedro de Lima Marques

Coordenação de Produção

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Juliana Balhego

Integrante da Equipe de Roteiros

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Cleiton Echeveste

Coordenação de Tradução Solidária e Pesquisa Histórica

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Lity Tavares

Assistência de Produção

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Victoria Ketzer

Edição e Finalização

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Jorge Rein

Integrante da Equipe de Roteiros

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Ana Luísa Moura

Comunicação

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Paula Cabrera

Tradução para o Espanhol

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Mimi Aragón

Coordenadora de Acessibilidade

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Simone Lersch

Assessoria de Imprensa

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Celso Júnior

Tradução para o Inglês

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Celina Xavier
Intérprete de Libras

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Ana Moura

Criação de Material Gráfico

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Everton Rodrigues
Música Original

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Simone Dornelles
Intérprete de Libras

Realização

Produção

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Projeto realizado com recursos da Lei nº 14.017/2020